«Como é que um homem dilacerado pela surdez, depois de duas décadas de profundo sofrimento, compôs já no final da vida um hino à Alegria?»
«A “Sinfonia Coral” de Beethoven esconde uma série de paradoxos. Como é que um indivíduo ensimesmado, praticamente isolado do mundo, conseguiu escrever uma obra cuja mensagem se tornou universal? Como foi possível o individualismo extremado sintetizar numa obra artística um ideal que a esmagadora maioria de nós não hesita em secundar? Como é que uma personalidade irascível perpetuou os desígnios do humanismo e da fraternidade, da concórdia entre os Homens? Como é que um homem dilacerado pela surdez, depois de duas décadas de profundo sofrimento, compôs já no final da vida um hino à Alegria?»
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